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Igreja Matriz

Igreja na aldeia de Montesinho, devotiva a Santo António. Templo que utiliza na sua maioria os mesmos materiais das restantes casas da povoação, destacando-se o xisto na cobertura. 

Igreja Matriz

Igreja matriz de Rio de Onor é dedicada a São João Batista, numa construção do século XVI. O frontão triangular é truncado pela sineira dupla e encimado por um relógio e cruz. Esta igreja é semelhante, no seu exterior, à sua vizinha Igreja de Rihonor de Castilla, situada a cerca de 500 metros. Esta semelhança vem confirmar o facto de estas duas aldeias serem consideradas como uma só.

Muralhas

As muralhas, com espessura média de dois metros, envolvem o núcleo histórico da cidade, ocupando uma área de cerca de três hectares.

Domus Municipalis

Raríssimo exemplar de arquitetura românica civil, datado do seculo XIV, é constituído por dois corpos distintos: um espaço subterrâneo que acolhe uma cisterna de água nativa para onde é escoada também a água pluvial recolhida pela cornija exterior e escoada por meio de canais abertos nas paredes até à cisterna; e a sala superior, cujo pavimento granítico assenta sobre a abobada da cisterna. Era no interior desta sala que se reuniam os “homens bons” para resolução dos problemas afetos ao povoado.

Igreja de Santa Maria

O monumento foi construído no séc. XVI e a fachada possui um portal barroco com colunas salomónicas e frontões com enrolamentos. O interior está dividido em três naves por colunas poligonais que sustentam arcos. Destaca-se a capela-mor e a capela dos Figueiredos, o retábulo a Santo Estêvão e a imagem de Santa Maria Madalena.

Pelourinho

Simbólica estrutura constituída por dois corpos distintos: o berrão, na base, figura zoomórfica da idade do ferro, encastrado no qual está o pelourinho provavelmente de século XVI. São dois símbolos de poder de épocas muito afastadas, a sua união cria um interessantíssimo conjunto de força e domínio.

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